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Esterilização e Castração

A esterilização/castração: benefícios, custos e reflexos na vida do seu gato (e da comunidade felina)


Como pessoas que assumidamente amam os seus gatos, mas também como pessoas que assumidamente se preocupam com os animais que não têm a sorte de ter um dono e que, à sua escala, procuram ajudar a resolver os seus problemas, a nossa perspectiva face ao tema da esterilização tem uma dupla face: como “donas”, preocupamo-nos com as consequências da esterilização no animal, mas também com os efeitos que este método de controlo de natalidade possui para a comunidade felina. São estas duas faces do mesmo problema que aqui abordamos.

Este texto não pretende assumir posições fundamentalistas sobre a esterilização/castração dos gatos/as. É uma defesa inequívoca deste método, mas todas as opiniões devem ser respeitadas. Se o ler e continuar a achar que os seus argumentos contra a esterilização são certos, está no seu direito.

Foi escrito no intuito de informar e chamar a atenção para as vantagens que este processo representa, os inconvenientes que lhe podem estar associados e sobretudo, clarificar algumas falsas questões e ideias incorrectas que circulam sobre a matéria.


Não é verdade que a generalidade das pessoas saiba que a esterilização de um animal doméstico é um acto cirúrgico quase banal. Ainda hoje, com frequência, colegas e amigos nos perguntam, se isso também se pode fazer com os animais. Como este método de controlo de natalidade não tem vindo a ser aplicado há tanto tempo quanto isso, a informação é fundamental.

Na verdade, acreditamos que a maior parte dos donos de gatos não sabem que os podem esterilizar e, se têm conhecimento dessa possibilidade, muitas vezes têm informação incompleta, vaga ou até mesmo incorrecta sobre este procedimento, persistindo relativamente a este, como a muitos outros assuntos, muita falta de informação. Este texto espera ser um pequeno contributo para quem tem dúvidas se deve ou não esterilizar, ou para quem o tema constitui uma novidade.

Alerta-se desde já que nenhuma das autoras possui formação em medicina veterinária, nem o texto pretende ser um tratado científico sobre o tema. Questões técnicas devem ser colocadas e aprofundadas com o médico veterinário.

No entanto, este texto foi escrito depois de alguma pesquisa bibliográfica e documental e, inevitavelmente, tendo em conta a nossa experiência pessoal.

Se ele contribuir para que algumas das questões mais frequentes fiquem esclarecidas, se servir para que os donos possam fundamentadamente optar por operar ou não os seus animais, e se ajudar a que alguns gatos deixem de poder dar umas escapadelas, originárias de tantos milhares de gatinhos condenados a uma morte precoce, os objectivos que nos propomos terão sido alcançados.

Cada vez mais alguns Sites de Associações de protecção aos animais possuem alguma informação sobre o tema, pelo que se incluem no fim do texto links que lhe permitirão fazer o acesso directo, para que possa aprofundar conhecimentos.




A Origem do problema


Os gatos são animais que se reproduzem de forma exponencial e cujo controlo é muito difícil. Uma gata pode ter 3 ou 4 ninhadas num ano, cada uma delas com 5 ou 6 gatinhos (em média). Os seus períodos de cio são sucessivos e se nada fizer para os controlar ou impedir a reprodução, a sua gata vai ter muitas dezenas de gatos ao longo da sua vida, o que é prejudicial à sua saúde.



Basta uma ninhada para que passem a existir muitos mais gatinhos, pelo efeito multiplicador associado aos filhotes. Se todos os gatinhos da ninhada sobreviverem e se o dono/donos mantiverem o comportamento de não esterilizar os seus animais, rapidamente se duplica, triplica o número de gatos. Por exemplo, uma ninhada com 4 gatinhos (duas fêmeas e dois machos) pode, num espaço de um ano, garantir a existência de mais de 100 gatinhos.

Acresce que os gatos e gatas têm alguns comportamentos associados aos períodos de cio que são, quase sempre, francamente perturbadores. Com a agravante de que os cios, ao contrário do que sucede com as cadelas, em que apenas ocorrem duas vezes no ano, podem tornar-se sucessivos e com intervalos de apenas alguns dias. No caso dos machos, o problema assume outras dimensões: o gato marca território (e a urina de gato é extremamente incomodativa, sendo difícil eliminar por completo o seu cheiro).


Os gatos e as gatas vão utilizar toda a sua esperteza para conseguir escapar de casa, expondo-se a riscos muitas vezes fatais tais como lutas graves, contracção de doenças, perigo de morte por atropelamento, perigo de nunca mais encontrar o caminho de volta – até porque alguns gatos/as, meigos, facilmente se deixam apanhar e são vitimas de jogos brutais e violentos, entre outros que nos dispensamos de enumerar.

Inevitavelmente os donos não podem deixar de tentar impedir que as gatas reproduzam a um ritmo alucinante, existindo diferentes formas de controlo de natalidade.



O controlo de natalidade


Os gatos são animais a todos os títulos encantadores, e que sabem conquistar os seus donos. Quanto a isso, não há dúvidas. Quando estão em pleno cio, podem abalar o sistema nervoso do mais calmo dos seres humanos. No entanto, esta não é, nem de perto nem de longe, a principal razão pela qual nos parece conveniente recorrer ao controlo de natalidade.
O controlo pode ser efectuado:


  • pelo isolamento do animal,

  • através da pílula,

  • pela esterilização/castração.


  • Durante muitos anos, a pílula foi um método recomendado e utilizado com muita frequência. Os efeitos adversos não eram conhecidos ou divulgados. Mas hoje sabe-se que a pílula tem riscos diversos e com frequência origina graves complicações de saúde, que diminuem o tempo de vida do seu animal e que vão obrigar a tratamentos dolorosos e dispendiosos. São factos que nos impedem de aconselhar este método.


    O isolamento do animal impede a reprodução, mas não elimina o estado de stress e mau estar que este sente. Pode acontecer que os intervalos entre cios se tornem cada vez menores, até quase não existirem. Se não é fácil controlar este isolamento tendo só um animal (que procurará desesperadamente sair de casa em busca de um/a parceiro/a), se tiver vários, os problemas serão ainda maiores.

    A esterilização/castração tem vindo a ser crescentemente utilizada como meio para controlar a natalidade dos nossos animais de estimação. Pelos méritos que lhe reconhecemos, aprofundamos este método.



    Quais as vantagens e porquê esterilizar?


    A esterilização/castração é um método definitivo de controlo de natalidade. Os argumentos mais positivos que podemos apontar a seu favor são os que se listam:


  • previne o aparecimento de doenças (infecções no aparelho reprodutivo, quistos mamários, entre outras), que a pílula ou os cios sucessivos tornam mais frequentes;


  • evita o sofrimento físico, stress e ansiedade que gatas e gatos sentem nos períodos de cio – o facto de não acasalarem faz com que os animais entrem em grande stress e permanente estado de ansiedade, deixando de comer e até de dormir (e bem sabemos como os nossos animais adoram quer uma quer outra destas actividades);


  • definitivamente não terá que se preocupar em arranjar donos para os gatinhos bebés que possam nascer em consequência de uma distracção na vigilância da gatinha;


  • os animais deixarão de ter as manifestações físicas do cio, o que significa o fim de noites sem dormir e de preocupações com os vizinhos;


  • elimina os problemas de marcação do território – embora a marcação de território (xixi fora do wc) seja mais comum nos machos, também pode ocorrer com as fêmeas e é muito desagradável;



  • torna os animais mais dóceis e meigos;


  • vai reduzir consideravelmente as possibilidades de vir a perder o seu animal por este ter fugido na tentativa de acasalar;


  • reduz as lutas pelo território e impede o envolvimento em lutas pela fêmea;


  • impede que os gatos contraiam doenças sexualmente transmissíveis.


  • O seu veterinário poderá aprofundar as vantagens que a esterilização/castração dos animais apresentam.



    Quando deve esterilizar?


    Em regra, existe consenso quanto à idade de esterilização das fêmeas (6 meses), podendo ser efectuada antes do 1º cio. Algumas gatas têm cios antes desta idade, geralmente pouco expansivos.

    No caso dos machos, as opiniões dividem-se quanto à idade ideal para a operação. Mais recentemente, alguns veterinários começaram a defender a castração com idade inferior a 6 meses, embora pareça pacífico dizer-se que ainda predomina a opinião de que esta operação deve ter lugar cerca dos 8/9 meses.

    Mas os gatos têm diferentes velocidades de desenvolvimento e crescimento, pelo que nada melhor do que falar com o seu veterinário para que ele possa avaliar a situação. No caso de ter um gato, e se verificar que este começa a marcar território muito cedo, talvez ele seja mesmo precoce e deva equacionar a possibilidade de o castrar mais cedo.


    Quais os riscos com que deve contar?


    Amamos os nossos animais e por isso é natural a ansiedade e preocupação em os submeter a uma operação. Sabemos que muitas pessoas não operam por medo de que o animal possa morrer. Talvez seja até um dos motivos mais frequentemente apontados pelos donos, para adiar “até nunca”, a esterilização.

    A esterilização/castração é uma intervenção cirúrgica e, portanto, o risco existe. Qualquer intervenção cirúrgica tem riscos, que variam de intensidade. Mas qualquer veterinário lhe dirá que o risco de esterilizar uma gata/gato é muito reduzido.

    A castração do macho é uma intervenção mais simples, por isso os riscos são deveras insignificantes.

    Quando ocorrem problemas no pós-operatório, a maior parte das vezes são consequência de outro tipo de problemas de saúde (por exemplo, quando se verifica que a gata já tinha desenvolvido infecções ou quistos) e isso significa que provavelmente, ao ser operada, a sua vida foi salva.
    O pós-operatório nos machos é muito simples e rápido e no dia seguinte estão a 100%. Nem parece que foram sujeitos a qualquer intervenção.

    A operação nas gatas é mais demorada e o pós-operatório pode demorar alguns dias. Significa, em regra, que ela já vai andar no dia seguinte, passados 2 dias estará razoavelmente bem (varia de caso para caso, porque uma das nossas gatas, no dia seguinte, já andava aos pulos em cima dos armários da cozinha, mesmo com o incomodativo funil enfiado na cabeça) e ao fim de 4 dias ela vai estar praticamente normal. Os animais possuem uma incrível capacidade de recuperação.



    Algumas respostas para perguntas mais frequentes



    Será a esterilização contra-natura?
    Algumas pessoas argumentam que este método é contra-natura e que perturba o equilíbrio da natureza. Que a gata não pediu para ser operada, nem pode impedir essa decisão. Não é nosso objectivo entrar em discussões ou divagações filosóficas, mas não será também contra-natura sujeitar gatinhos indefesos a nascer no meio da rua, rodeados por perigos que não conseguem combater com sucesso, passando fome e frio, morrendo (por vezes lentamente e em agonia) de doenças, sem atenção ou cuidados? Serão os perigos criados pelo homem, nomeadamente os carros, um instrumento assassino para tantos milhares de animais, algo de natural? Devemos deixar a natureza decidir o nascimento de crias que a tecnologia vai destruir, em total desrespeito pela natureza?
    Talvez que afinal a gata mãe preferisse optar por não dar vida a seres condenados à dor, sofrimento e morte. Quem sabe?


    O meu gato/a vai ficar obeso?
    Pela tendência que há para uma maior sedentarização, depois da operação pode verificar-se uma tendência para engordar, embora não seja obrigatório que tal aconteça. Essa tendência pode ser contrariada pelo controlo da comida e/ou pelo aumento de exercício – para tal, deve procurar brincar com ele alguns minutos por dia, obrigando-o a correr e saltar. Esta actividade tem ainda a vantagem de criar um elo de ligação maior entre dono e animal. Existem ainda rações próprias para gatos esterilizados, que também ajudam a que a elegância do animal se mantenha.

    Convém, no entanto, salientar que nem todos os gatos/as engordam com a operação, e muitas vezes, essa primeira reacção é corrigida, voltando os nossos amiguinhos à sua boa forma habitual.


    O meu gato vai deixar de brincar e ficar muito parado?
    De maneira nenhuma. A operação vai torná-los mais calmos, mas isso não significa que deixem de brincar ou que passem o dia refastelados a dormir.

    É verdade que os gatos são muito dorminhocos e alguns mais pachorrentos, mas esse temperamento não é resultado da operação. A redução de alguma energia, que provavelmente vai ocorrer, não significa que ele perderá a sua vivacidade. Continue e brincar com o seu amigo tal como sempre o fez, que ele vai continuar a apreciar esses momentos. E serão importantes para o ajudar a manter a linha.


    O temperamento do meu gato vai alterar-se?
    Há tendência para que machos e fêmeas fiquem mais dóceis e meigos. Porém, dificilmente poderemos catalogar essa maior docilidade ou mansidão, como alteração de comportamento. E ainda que assim o queiramos definir, afinal, o que todos procuramos não é que os nossos gatinhos se derretam com festinhas e venham a correr dar-nos turrinhas quando chegamos? Quanto às restantes características da personalidade do gato, elas não devem sofrer alterações.


    Será que o gato/a fica deprimido ou se sente diminuído, com a operação?
    A experiência que temos e a bibliografia sobre a matéria não confirmam esta possibilidade. O animal fica abalado nos primeiros dias, como é natural, e decorre da recuperação da anestesia e do incómodo físico que sente. Mas não existem dados que confirmem qualquer alteração no sentido de uma depressão associada a este tipo de intervenção.

    Por outro lado, não é correcto que julguemos as reacções dos animais em função dos valores humanos. A julgar pela forma como os gatos continuam a brincar e exibir a sua pose felina, não há razões para acreditar que eles se sentem diminuídos com a operação a que foram sujeitos.


    Uma vez que o meu gato nunca está em contacto com outros felinos, valerá a pena operar?
    Por tudo o que já dissemos, a resposta é sim, mesmo que o animal esteja isolado, deve ser esterilizado/castrado. Dessa forma vai evitar que tenha cios, stress, ansiedade e desenvolva doenças que lhe podem causar muito sofrimento e até a morte.


    A operação é muito dolorosa?
    Qualquer intervenção cirúrgica provoca alguma dor ou desconforto, mas ambas as situações são atenuadas ou eliminadas por analgésicos ministrados no pós-operatório. Quanto mais jovem é o animal, mais rápida é a sua recuperação.


    Deverei deixar a gata ter uma primeira ninhada?
    Não existem evidências médicas que defendam que a gata deve ter uma ninhada antes de ser esterilizada (e alguns defendem mesmo que gatas esterilizadas antes de qualquer ninhada são mais saudáveis, facto relativamente ao qual não dispomos de informação suficiente para defender). O facto da sua gata ser bela e de pretender descendência parecida, não deve ser argumento para que ela tenha uma primeira ninhada, porque a verdade é que os gatinhos podem ser bem diferentes, quer exteriormente como em personalidade.


    Como o meu gato não terá ninhadas, para quê operá-lo?
    Eis uma pergunta frequentemente feita por quem tem apenas machos. Esperamos ter demonstrado que há vários outros factores que devem suportar a opção pela esterilização, que não apenas o controlo de natalidade. Assim, o macho encontra-se tão exposto a perigos vários como a fêmea (em matéria de saúde) e, por outro lado, dado que até mesmo com gatos de casa existe a hipótese de fuga, ele pode dar origem a várias ninhadas de rua cujo fim trágico é quase sempre inevitável.


    O factor monetário


    Não podemos negá-lo, o custo desta operação (que é variável, mas em termos médios deve rondar os 125/150 Euros para as gatas e os 65/75 Euros para os machos – dados de 2003) é um factor que pesa na tomada de decisão. Parece muito, mas se pensarmos bem nos benefícios que esse pequeno investimento tem associados, definitivamente que vale a pena. E depois, existem algumas alternativas mais económicas, em algumas Associações de protecção de animais. Para mais, vale a pena fazer contas: porque se optar por outro método de controlo de natalidade, o somatório das verbas que vai despender ao longo da vida do animal com a sua aquisição não será muito inferior, com a agravante que o mais certo é que os vários problemas de saúde a que o animal fica mais sujeito, vão fazer com que gaste muito mais em tratamentos. Por isso, a esterilização, provavelmente, até é a opção mais económica.



    Algumas boas razões para esterilizar a sua gata ou castrar o seu gato:


    Para além das vantagens que já identificámos, gostaríamos de concluir este texto apresentando outro tipo de razões que devem pesar na decisão de controlar a reprodução dos seus gatinhos de estimação.

    Gostamos de nos animar, pensando que existem tantas histórias felizes de gatinhos, bebés e adultos, para quem foi possível encontrar um final feliz.

    Este Site, frequentado por muitas dezenas de pessoas que amam os seus gatos, mas também os que são de todos e de ninguém, e que dedicam parte do seu tempo e energia a procurar salvá-los de um fim triste, está repleto de histórias que nos enchem o coração, nos fazem sentir que não estamos sós nesta luta e que são cada vez mais aqueles que se preocupam e sobretudo, que agem em prol dos animais abandonados.

    Quantas vezes esse final feliz foi conseguido à custa de sacrifícios pessoais, monetários, de noites sem dormir, de dias de férias perdidos. Mas tudo vale a pena quando no fim, mais uma vida foi salva e mais um animal conseguiu encontrar um lar.

    Mas há um lado negro que nenhum dos que todos os dias lutam para salvar estas vidas pode esquecer, um lado que nos faz sofrer e, porque não admiti-lo, por vezes vacilar, desanimar, perder as forças para seguir em frente: por cada uma destas histórias com um final feliz, quantos animais não sofrem todos os dias, alguns em agonia, atropelados, vítimas de doença, desfalecendo a um canto qualquer das nossas ruas até que o coração cansado deixe de bater, morrendo na maior das solidões nos gatis onde são entregues ou abandonados?

    Ninguém sabe ao certo o seu número, mas todos sabemos que são muitos milhares de pequenas vidas a quem não foi possível estender uma mão, ou para quem esta chegou tarde demais.

    Na verdade, a «abundância» de animais reduziu para quase nada o valor que é atribuído à sua vida. Cada vez com mais frequência se podem encontrar gatos (e cães) de raça para adopção: ou porque foram abandonados, ou porque são tantos que já ninguém quer comprar e por isso, também para estes a solução é a adopção ou o abate. Uma vida não pode nem deve ser banalizada. E uma das formas que temos de voltar a lembrar esse facto às pessoas, é contribuir para que estas vidas não sejam um bem em abundância, disponíveis em todas as formas e feitios, como se de objectos se tratassem.


    Ao impedir que a sua gata tenha ninhadas ou que o seu gato seja responsável por algumas ninhadas de gatos nascidos na rua, está a aumentar as possibilidades de que os gatinhos condenados a morrer nos gatis municipais (onde são abatidos) e Associações (de doença ou velhice, onde passam toda uma vida presos), possam também sonhar em viver uma vida feliz.

    Você não pode salvar ou adoptar todos os animais que estão nos gatis, mas indirectamente, pode contribuir para que:


  • Diminua o número de animais que nascem nas ruas e são capturados para abate – para tal, basta que impeça o seu gato de dar voltinhas nas redondezas, se ele não estiver castrado;


  • Aumentem as adopções de gatos que estão na fila de espera para abate nos gatis municipais ou esperam por um lar (que tantas vezes nunca chega), nas Associações de protecção.



  • A opção é sua. Pense na saúde e bem estar do seu gato/a. Não deixe também de pensar na vida dos outros gatinhos, que não tiveram a sorte de ter um dono responsável, ou que nasceram na rua, e que precisam de lares para terem uma chance de viver.

    E sobretudo, fale com quem optou por esterilizar os seus animais e troque experiências. E claro, não descure a opinião do seu veterinário.

    Esperamos ter contribuído para esclarecer algumas dúvidas sobre as consequências e efeitos da esterilização dos gatos e, de alguma forma, permitido que possa decidir em consciência sobre essa opção, que é sua e não pode, nem deve, ser imposta. Pense nos largos benefícios (não só para os seus animais, mas para a comunidade felina no seu todo) e diminutos riscos, e decida.

    Se as dúvidas persistem, informe-se e esclareça-se.

    Pela saúde e bem-estar dos seus animais.
    Por uma hipótese de futuro para os gatos abandonados.

    Aprofunde conhecimentos. Mais informação disponível em:



    Cat chat - The Cat Rescue Web Site

    Johnson County Human Society

    Human Society of Central Illinois

    St Lucia Animal Protection Society

    Irish Animals on the Web

    Care for My Cat

    Prevent a Litter Society

    Centro Veterinário Reino Animal

    Protectoras Independentes na Protecção Animal


    Este artigo em formato PDF

    O folheto em tamanho A4 para divulgação



    Autoria: Adélia Costa e Filipa Bastos



    - Filipa Bastos (Filipa Bastos) [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 10:00

    Versão para Impressão Enviar a um amigo

    » tekinha ( marlene verdura) » [ Europe/Lisbon ] 2014/04/07 01:35
    ola boa noite! A nossa farrusca, gata "tartaruga" franzina de 4 anos foi esterilizada na semana passada - embora a recuperação física esteja a correr relativamente bem, o nível de comportamento tornou-se agressiva face à nossa outra gata a Branquinha, uma senior de 12 anos que era a sua melhor amiga. é normal este tipo de alteração de comportamento?

    » xuxu19 ( Antonio Santos) » [ Europe/Lisbon ] 2012/07/09 15:51
    Ola a todos, tenho ha mais de 2 anos uma comunidade de gatos de rua na moita, doentes mal tratados, muitos têm vindo ali parar, a maioria deles sao tratados por mim e uma srª de 80 anos, sao para mais de 30 gatos, fora os pequeninos. como conseguem ver, ajudar estes animais naao tem sido tarefa facil, tenho tido todo o tipo de doenças nestes animais que normalmente gatos de rua têm e mal ou bem vamos conseguindo ajudar, tratar e alimentar, pois bem, o problema é que tendo femeas machos aparecem e todos ja sabem no que da.... ninhadas... a maioria por mais que eu tente morrem, ainda ontem 2 nas minhas maos, nem mesmo com medicaçao consegui, outros poucos consigo dar, e o resto vai ali ficando, peço entao ajuda, nao para ficarem com eles, nao pa dar comida mas sim para me ajudarem a esterilização de femeas para assim evitar o aumento desta comunidade que se assim continuar vai ter um fim triste, isto é so um resumo mas se houver alguma alma caridosa que tenha curiosidade ou ate mesmo queira so ver o meu email xuxu19@gmail.com, tenho dezenas de fotos com imensas raças tamanhos e cores a vossa espera, um bem haja a todos e espero feedback.
    ps xuxu19@gmail.com

    » loucacloey ( Natach Lopes) » [ Europe/Lisbon ] 2010/01/11 13:57
    fui hoje castrar o meu gato e surpresa...ele é hemafrodita! é uma situação muito rara e pelo que a vet disse, não tem problemas futuros acrescidos, mas alguem mais sabe alguma informação sobre casos destes? confesso que estou um bocadito preocupada...

    » mizeca@netcabo.pt ( Maria Pedro) » [ Europe/Lisbon ] 2009/03/13 12:55
    Olá
    Fiquei bem informada com os artigos que acabo de ler, visto que acabo de seterilizar a minha gatinha mimi, que tem um site com este nome .Se quiserem ver -www.aminhagatinhamimi.blogspot.com. Ela é muito bonita e tentei por uma foto na galeria mas não consegui.

    » angelahaase ( Angela) » [ Europe/Lisbon ] 2007/08/04 16:58
    Olá,
    achei este artigo realmente muito interessante. Sou uma pessoa que adora animais e por isso tenho 2 gatas (mãe e filha) e um gato (o macho lá de casa). A gata mãe já vive comigo à 9 anos e à uns anos que toma a pilula. No entanto, achei por bem que ela engravida-se, pois ao tomar sempre a pilula começou a criar uns caroços nas maminhas. Futuramente não sei se ela irá sofrer muito com os caroços, mas também ouvi dizer que existem gatas que mesmo não tomando a pilula criam caroços. Talvez tenha de optar pela operação, se bem que não será muito em conta. Por outro lado, a filha foi esterilizada aos 8 meses e é mesmo aqui que se prende a minha questão. A filha após uns meses da esterilização começou a marcar território em todo o lado até parece que não faz chichi como todos os gatos normais. Eu confesso que não tinha conhecimento das gatas marcarem território. Que hei-de fazer? Será que está relaccionado com a operação? Para além disso, ela tem infecção urinária todos os meses até fazer sangue. Que situação esta! Estou desesperada!
    Gostaria que me pudessem ajudar!
    Obrigado!

    » Tristina ( ) » [ Europe/Lisbon ] 2007/07/17 10:07
    Olá a todos,

    O meu Sid vai ser castrado logo por volta das 10h.
    Estou muito nervosas. Tenho medo que corre mal. Gostaria de ler algumas experiências.
    Obrigada

    » Tristina ( ) » [ Europe/Lisbon ] 2007/07/17 09:46
    Olá a todos,

    O meu Sid vai ser castrado logo por volta das 10h.
    Estou muito nervosas. Tenho medo que corre mal. Gostaria de ler algumas experiências.
    Obrigada

    » Filipa Bastos ( Filipa Bastos) » [ Europe/Lisbon ] 2007/02/22 22:43
    Olá Maria

    Sugiro que coloques a tua questão no Fórum, onde decerto várias pessoas te ajudarão com respostas. Aqui só eu fui alertada da existência da tua dúvida, por ter sido quem publicou o artigo.

    O fórum está acessível através do 4º botão, na barra horizontal, logo abaixo do logotipo Felinus.

    Em todo o caso, avanço com duas sugestões: 1) os vizinhos, por questões de segurança e de consciência social, não deviam deixar o gato sair à rua. Ele pode ser atropelado ou andar a fazer filhotes em gatas de rua. 2) O ideal seria propor aos vizinhos que castrem o gato. Se forem pessoas de poucas posses, talvez se pudesse fazer uma colecta entre vizinhos para pagar a operação.

    Espero que consigas resolver a situação, sem dúvida, desagradável.

    » Moonlight ( Maria) » [ Europe/Lisbon ] 2007/02/22 21:22
    Tenho 3 gatas num andar.Estão todas esterilizadas, porém o gato(não castrado) da nossa vizinha de cima teima em marcar o território á porta da minha casa .É um cheiro insuportável e desagradável a urina. Os meus vizinhos do lado já vieram reclamar deste mau cheiro. Existe alguma forma de impedir que o animal adopte estes comportamentos? Peço resposta urgente. Obrigada

    » sonja ( Sonia Ferreira) » [ Europe/Lisbon ] 2006/12/16 22:47
    Adélia Costa e Filipa Santos,
    Obrigada por todos estes esclarecimentos.
    Realmente eu já tinham posto de lado a hipótese de esterilizar a mnh Tisha por questões financeiras e tb pelo facto de alguém me dizer q as gatas depois da esterilização ficavam agressivas... mas pelo q li no vss artigo é totalmente o contrário.
    Adoro a mnh Tisha é a menina dos nossos olhos (meu e do meu marido), enqto ñ temos filhos ela será a nossa menina e msm depois continuará a sê-lo certamente. Conquistou-nos o coração e decidimos trazê-la para nossa casa (era uma gatinha de rua, q como eu digo saiu-lhe a sorte grande). Mto meiga e carinhosa q nem parece ela q passou os seus primeiros 4 meses na rua. E como vocês fazem referência no vss artigo adoramos qdo ela se derrete com os nss carinhos e mais ainda qdo procura as turrinhas smile.gif
    Parabéns.

    » MikoAzul ( Rosa Caldeira) » [ Europe/Lisbon ] 2006/11/15 15:33
    Muitos parabéns pelo artigo! Está brilhante e é precioso! Já enviei o link para varias pessoas que sei que estão a precisar de o ler. wink.gif

    » araujosar ( Sara) » [ Europe/Lisbon ] 2006/11/08 11:57
    Parabens pelo artigo!

    » keira ( keira) » [ Europe/Lisbon ] 2006/06/08 17:25
    artigo muito claro e objectivo.
    eu sou uma daquelas pessoas a quem custa mandar esterilizar um animal (seja meu - e tenho 2 gatos) seja de rua. mas, pelos motivos que aqui são expostos, acho ser esta a melhor opção. É sempre "de coração nas mãos" que vou entregar os meus gatinhos, mas até agora todos recuperaram rapidamente.
    E sim, através da Catus consegue-se um preço verdadeiramente acessível para esterilização de gatinhos de rua. E também há alguns veterinários com os quais se consegue chegar a um acordo simpático.

    » MaryShelley ( Liliana Jorge) » [ Europe/Lisbon ] 2005/08/16 23:25
    Brilhante. Isto mudou muito a minha forma de ver algumas coisas que me andavam a atormentar ultimamente. Parabéns pelo artigo! É claro que vai ser dificil, pois tenho 7 gatas e 4 gatos e isso é muito dinheiro. =( Seria possivel (ou permitido) publicar aqui contactos de veterinários que levam mais barato? Ah... e ouvi falar de uma associação catus (nao sei bem) que opera gatinhos que se comprove que eram abandonados por 25 euros ou qq coisa assim. Óptima informação neste artigo. muito bem =)

    » Zuca_05 ( telma quintino) » [ Europe/Lisbon ] 2005/07/20 10:40
    adorei o artigo estou prestes a esterilizar a minha gatinha mais velha que já teve o primeiro cio! e tb estou apreensiva tanto com o pos operatório como c os € mas creio que nao é tao caro assim!

    » PMSilva ( Patricia Manuela Pereira da Silva) » [ Europe/Lisbon ] 2005/06/16 09:24
    200 euros é muito caro ( para não dizer um roubo...) no meu vet a esterilização de femeas fica por 75 euros....

    » dianap ( diana) » [ Europe/Lisbon ] 2005/06/09 22:47
    Ler este artigo ajudou-me imenso a decidir se ia ou não esterilizar a minha gata. A Jerry que já tem quase 6anos foi estereilizada hà poucos meses e sofreu imenso.Teve uma semana p recuperar e eu nem conseguia ver assim. Agora tenho a filha dela, a Mini que faz 1 ano amanhã dia 10 de junho, mas essa é mt fraca e tenho medo de a esterilizar. A operação ficou-me por 200€ à Jerry. Sou de Viana do Castelo, não sabe de nenhum sitio onde possa fazer mais barato?

    » ZicaCabral ( Zica CAldeira Cabral) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/11 10:02
    adorei o artigo e estou agora plenamente de acordo. Tive imensos gatos (todos eles machos - a Xinha é a primeira femea que tenho) e, confesso que , na altura, achava uma barbaridade capar um macho. Não havia tantas campanhas de sensibilização e nunca tinha pensado nisso. Confesso que não tinha consciência do abandono dos gatinhos. Como sempre fui criada emcomunidades em que os gatos de ua eram protegidos, quer em Carcavelos (há 50 anos atras) que em Sintra (onde tinhamos em casa 16 gatos filhos da nossa gata) quer, mais tarde, em Lisboa, porque gatos na rua era o que mais havia . Mas, quer no Parque Mayer quer mesmo na rua do Salitre todos nos davamos de comer aos gatinhos e nos restaurantes do Parque Mayer era assente que todos tinham SEMPRE qualquer coisa para os gatos que lá habitavam. Talvez porque era um espaço fechado, os gatitos vivam ali sempreocupações e , não só os donos dos restaurantes mas os proprios artistas que o frequentavam acarinhavam aquela população.
    Resumindo: só tomei plena consciência quando tive a Xinha (mais vale tarde que nunca) e percebi , pela primeira vez o mal que lhe podia fazer ter cios sucessivos e nunca acasalar porque eu não tinha possibilidades para isso. Quando me dirigi a um vet. pela primeira vez para esterelizar a Xinha (tinha ela 4 ou 5 meses) ele desaconselhou-me de o fazer antes de ter a primeira ninhada. Além disso cobrava 35 contos pela operação, coisa que eu não tinha. E deixei passar o tempo, aturando os cios ruidosos da bichinha. Entretanto consultei outros vet que me disseram que isso de esperar por ter uma ninhada era desnecessarios e quanto mais depressa ela fosse operada melhor para ela. Nessa altura tb me falaram do risco de contrair cancro mamario e uterino - coisa que eu desconhecia. Mas, o dinheiro era uma exorbitância que eu não tinha. Entretanto vim para Inglaterra e, aqui, operei-a por £5 (1500$00) numa clinica veterinaria de 1ª, porque foi atraves de uma Associação de protecção aos animais. Aqui, há campanhas de esterelização de gatos e câes em que o proprio Council (Camara Municipal) oferece vales de desconto que são apresentados nas clinicas ou nos veterinários ficando as operações a preços totalmente simbólicos. Além das campanhas de educação dos donos dos animais para uma melhor conscencialização da população em geral.
    Não quer isto dizer que aqui em Inglaterra , não haja animais abandonados. Há-os e aos milhares. Mas tb há Associações do estado e particulares que procuram combater esse problema. Na Ilha de Wight o problema não é tão grave porque é uma comunidade rural mas, tb é uma ilha que vive do turismo e todos os verões há dezenas de animais que são abandonados pelos turistas. Tristes mas verdadeiro.
    São recolhidos em canis e gatis do Council mas não são abatidos se estiverem saudaveis. São postos para adopção e normalmente conseguem-se pôr em lares da zona.
    Obrigado por terem escrito tão pormenorizadamente um artigo tão esclarecedor

    » Assunção ( Assunção Baptista) » [ Europe/Lisbon ] 2004/05/04 17:00
    Gostei bastante do artigo, é esclarecedor, tem bastante poder de persuação... O problema é quando se tem vários animais (como é o meu caso) e a situação financeira não das mais famosas. Os veterinários ainda não fazem descontos de quantidade e 150€ por cada gata, mais 200€ pela cadela, é de fazer rombo na carteira de qualquer família.
    O problema não é só conscencializar a população de que esterilizar os animais é a atitude mais correta, passa também por criar campanhas municipais, com a colaboração de veterinários locais, em que, não digo de graça, mas efectuassem as operações a preços mais baixos. Ganhava a população e ganhava o munícipio que diminuía o número de animais abandonados nas ruas e nos Canis/Gatis.

    » Ana Ramos ( Ana Ramos) » [ Europe/Lisbon ] 2004/01/15 20:58
    E o Picasso morreu no gatil.... :- ( doença sem cura mas só não foi sózinho porque ainda o levamos ao vet. :-( mas muita gente continua a apostar em novos gatinhos deixando estes sem carinho. Sem casa.

    » hecep ( Helena Cepeda) » [ Europe/Lisbon ] 2004/01/06 13:21
    Obrigada, obrigada, obrigada! Estão excelentes, tanto o artigo como a forma de folheto! Os preços por cá é que são diferentes, mas isso é apenas um pormenor.
    Garanto que por cá vai ser divulgado!
    Mas às vezes sinto que é uma luta perdida, umas das gatinhas que dei a dona insiste em que ela deve ter uma ninhada, vou-lhe enviar este artigo a vêr se ela vê a luz mas duvido um bocado.

    » Susy ( Susana Fonseca) » [ Europe/Lisbon ] 2004/01/03 19:16
    Gostei muito do texto e concordo a 100 % com o que foi escrito. Eu própria já debati e usei estes argumentos para elucidar pessoas que teimam em não castrar / esterilizar os seus animais. É dificil mudar mentalidades e hábitos enraizados. Como já têm animais há muitos anos e nunca o fizeram, acham que não precisam de o fazer agora.

    » Becas ( Fernanda Ferreira) » [ Europe/Lisbon ] 2004/01/02 11:48
    Bom trabalho! Aproveito para partilhar a minha experiência. Antes de ter a Becas também nunca me tinha passado pela cabeça que se podia esterilizar as gatas. A minha avó sempre teve gatos, mas como são gatos de aldeia que andam frequentemente pela rua, nunca me tinha sequer apercebido dos sintomas de um cio. Pelo que quando me falaram da esterilização, fez-me alguma confusão, achava que era contra-natura. Só depois de me aperceber do stress da Becas durante o cio, não comia, marcava o território (apesar de ser fêmea) normalmente na cozinha, e que estes estavam a ter intervalos cada vez mais pequenos, bem como depois de ouvir alguns conselhos da Adélia, é que acabei por optar pela esterilização. Não acho que tenha havido alterações no comportamento da Becas. Quanto a altura indicada para ser efectuada a esterilização, o que tenho lido normalmente vai no sentido de se fazer antes do primeiro cio. Estranhamente, a minha vet acha que esta deve ser efectuada após o primeiro cio??!! Quanto ao preço, a esterilização da Becas não foi feita na clínica onde vou habitualmente, mas por recomendação desta na Faculdade de Medicina Veterinária no Alto da Ajuda, na altura (a quase 2 anos) custou 100 euros..

    » Ana Ramos ( Ana Ramos) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/25 19:39
    Muito bom e se mais donos partilhassem as suas experiencias mais se seria a favor da estereli~zação. Não o fiz com a minha cadela e depois de 3 operações morreu de tumores mamarios. ERam outros tempos. ÀS minhas gatas foi logo sugerido operar e isto nos anos 80.

    VEr os bebes na rua a morrer só me faz ser cada vez mais a favor. Ver m~aes gatas minorcas a morrer de parto ou a ficar fraquinhas poies teem de comer e alimentar e defender os filhos.
    A panhei agora um bebe de 4 meses debaixo de um motor de uma carro.Há um mês que ali andava. Mas só hj se deixou apanhar. Um vizinho ia envenenar o bichinho dizendo que estava farta dele. Já por várias vezes o tinha tentado apanahr mas ou não aparecia ou nem se chegava á armadilha. Hoje dia de Natal apanhei-o.
    SErá natural ele estar ali no meio da cidade debaixo de carros?

    Já tive gatas cpom bebes em casa por várias vezes apanhadas na rua assim ou 3 que estavam mesmo a ter os bebes e os tiveram horas depois de aqui chegarem. Eram boas mães mas assim que puderam despacharam os filhotes. É a natureza. Há excepções mas raras.TErem 5 a mamar e a trepar por cima a morder... nunca as vi com ar de felizes mamãs. Cumpriam o melhor que podiam as suas funções. ERam meigas e muitas ainda criaram outras ninhadas mas porque nós precisavamos. Elas deram uma ajuda mas aposto em como estariam felizes livres da maltinha toda biggrin.gif)Aliás uma teimava em pôr-me os bebes na cama. E deitava-se ela sózinha biggrin.gif) DA priemira vez apanhei um susto ao sentir algo minimo na cama... Na casa da Sara fez o mesmo. SEria feliz com os bebes?E alimentar na rua 15 não é o mesmo de alimentar 30 ou 40. A qualidade de vida é muito superior. E quanto aos que me disseram já que assim acabo com os gatos gostaria que vissem certas fotos de bebes que apanhei na rua que ponho à disposição do site. O estado em que estavam. E o pior alguns vinham de casas.....os gatinhos felizmente nunca acabarão mas serão sim mais saudaveis e sofrerão menos. E quanto a quem quer um bebe da sua gatinha adopte um bebe. A gatinha não se importa que não seja dela.biggrin.gif)

    Obrigada a todos.

    » atlantic ( Elisabete Feitoria) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/25 10:53
    Adélia e Filipa, excelente ! Vou imprimir, reproduzir e enviar a várias pessoas, entre as quais uma senhora que adoptou uma gatinha tricolor na última campanha nas Amoreiras. Vou tentar também colocá-lo em três clínicas vet. que conheço.

    » noggy ( Sandra Nogueira) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 23:20
    Parabéns pelo excelente trabalho! Está fantástico! Muito claro, simples e esclarecedor! E para quem ainda tenha dúvidas, basta que visite uma das instituições que os recolhe e veja pessoalmente a profunda tristeza espelhada nos olhos de cada um daqueles gatos que ali vai vivendo (e morrendo) à espera de dias melhores...

    » everblue ( Elsa Patrícia Bernardo Correia de Oliveira) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 21:28
    CLAP CLAP CLAP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    » terry ( Teresa Jacinto) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 16:11
    PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    » mhortaramos ( Maria Manuela Picado Horta Alves Ramos) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 14:12
    Esplêndido artigo, Adélia e Filipa, muito bem escrito e com grande poder de sensibilização.

    » elsa_rod ( elsa rodrigues) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 13:56
    Excelente, Filipa! Os meus parabéns!

    » rita.xavier ( Ana Rita Freitas Xavier) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 11:23
    Brilhante...e espero mesmo que o Dandy acalme, porque senão fico sem mãos sad.gif

    » catw ( Carla Mar) » [ Europe/Lisbon ] 2003/12/23 10:31
    Muito, muito bom!
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